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Drops 1. Acho que estou a um passo de quebrar o recorde mundial de dizer "estou velho demais para isso"; 2. Se as remunerações fosses diretamente proporcionais aos trabalhos e às trabalheiras, eu precisaria de um cofre-baleia azul; 3. O segredo da moderação é saber onde plantar suas macieiras.
13.8.08
Ledo engano
Que mané Michael Phelps: ninguém faturou mais medalhas que os generais russos que planejaram o ataque à Georgia.
8.8.08
Abertura, abertura, abertura
Considero-me uma pessoa pró-Olimpíadas: é bacana ligar a TV e ver que lado a lado estão atletas de diferentes países, com diferentes culturas e ideologias políticas (e que, sem pestanejar, arrancariam com uma baioneta enferrujada o pâncreas de seus adversários em um campo de batalha), esquecendo suas diferenças em prol do esporte. Gosto de assistir as provas de natação, tiro, arremesso de peso e gosto também de adivinhar em que jogo a seleção olímpica de futebol vai ser eliminada, mas o meu espírito olímpico esbarra na abertura dos Jogos. Se existem três coisas que eu não tenho paciência pra assistir são elas a abertura das Olimpíadas, a apuração de qualquer eleição feita neste país e qualquer coisa feita por qualquer ator ou atriz que tenha participado de Dawson’s Creek (a escolha da campeã do carnaval carioca ainda se salva porque eu gosto de como o Jorge Perlingeiro diz "nota DEEEEEEEEEZ")... aberturas de Olimpíadas são longas demais, pomposas demais e com nudez de menos. Podia ser uma coisa mais simples, entrar um atleta da delegação do país que está sediando os Jogos com a tocha olímpica nas mãos e dizer "declaro abertos dos Jogos de (insira aqui o nome do país-sede e o ano)", mas não... têm que ter fogos, coreografia, mascotes, banda marcial, show de raios laser. É como o filme da Leila Lopes: muito carnaval pra uma coisa que deveria durar, no máximo, dez minutos.
6.8.08
Considerações olímpicas
Até que é relativamente fácil encarar 400m com barreiras, mas com minas terrestres no pacote, a coisa complica.
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